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Foi com imensa tristeza que a redação do Portal Luzilândia.com recebeu a notícia de que a sede da prefeitura de Luzilândia teria ficado às escuras, nesta última sexta-feira, após a empresa Eletrobrás ter suspendido o fornecimento de energias e ainda supostamente ter constatado o que seria uma ligação clandestina de energia elétrica, popularmente conhecido como "gato", que caracteriza furto qualificado de energia.


A tristeza se justifica pelo fato de que ficara evidenciado que se chegou ao fim da linha. Não há mais a mínima condição dessa administração continuar um só instante, menor que seja. Fatos dessa natureza significa a ausência total dos elementos mínimos necessários para que se possa dar governabilidade a uma cidade e à sua população, que presencia o caos do caos. "Isso é o maior exemplo de cafagestagem com a coisa pública que chega a roubar até energia e dar calote de milhares de reais também na Cepisa" , disse revoltado um cidadão, ao ver que técnicos da empresa cortavam os cabos de alimentação do prédio, símbolo máximo do Poder Executivo municipal.


Quem presenciou viu uma cena degradante, um episódio triste, uma humilhação coletiva, pois fatos dessa natureza não havia acontecido na cidade com tamanha falta de vergonha.
Já não basta ser a pior administração e a mais atrasada e desastrada da história, o executivo não tem também a mínima grandeza ou humildade de renunciar, pedir desculpas e sair pelas portas dos fundos, já que os vereadores não querem que essa destruição de Luzilândia cesse.


A casa legislativa e executiva hoje são as escória da sociedade, a demonstração clara que só determinam o caos, a desordem e a absoluta submissão do povo sofrido às piores e mais trágicas prática da política. A cidade, por culpa do legislativo e do executivo, o primeiro aparentemente cúmplice do segundo, nada fazem para estancar a sangria moral, a mais ralés, imundas e desgraçadas ações da criminosa política, advinda de uma sub-raça que acha que ignorância é virtude.


O lixo tomou conta da administração que transformou a administração num lixo fedido, podre, como um câncer que contaminou um corpo saudável.


Se esse fato mais que degradante de flagrante de "gato" de energia não é a prova clara que um basta em tudo isso é mais do que bem merecido, sinceramente, não se tem a mínima noção de moralidade e legalidade administrativa. Chegasse ao fundo de poço, ao fim da linha, o mergulho suicida é um pântano de horrores na educação, saúde, limpeza pública, mobilidade e preservação dos bens públicos.


Ao invés de furtar energia, de dar calote em muita gente, deixando um rombo enorme para a população, o mínimo que a administração poderia fazer era entregar as chaves, renunciar e deixar que a população se recupere das catástrofes, das calamidades vividas nos últimos anos.


Voltar a uma situação de normalidade, de tranquilidade, é o que todos querem. Querem que mãos capazes tomem de conta de uma cidade próspera e que tem o direito de voltar a ser altiva, majestosa e bem administrada, retornando a uma realidade bem diferente da atual, com esperança e oportunidades para todos.


Se o "impeachment" não sai pelo fato do presidente da Câmara de vereadores parecer não demonstrar querer mudar e dar-se por satisfeito como as anomalias atuais, e se a administração forasteira demonstrou parecer ser a mais terrível aberração política de toda a história, todos devem tomar isso como lição e exemplo de que em mãos erradas e omissas, a situação pode até piorar como o extermínio direto de toda Luzilândia.


O outro lado
A prefeitura de Luzilândia não atendeu os telefones e não quis se manifestar publicamente sobre o fato


A empresa
A Eletrobrás não quis se manifestar publicamente sobre o terrível episódio.

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