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“Se há uma coisa que parece certa a cada dia é o nascer do sol e um escândalo envolvendo a administração “Jeito Caçambeiro de Ser”, foi com essa frase que um servidor da prefeitura, que pediu reserva de nome para não sofrer represálias, descreveu o caótico quadro administrativo que estaria sofrendo a pequena Luzilândia.

Mas realmente, desde que assumiu o comando do executivo municipal, o rapaz conhecido como Ronaldo Caçambeiro tem se metido em episódios suspeitos como supostas fraude de assinatura e documentos, fraudes em licitações de veículos, contratação irregular de pessoal, calote em fornecedores, atraso de salários, enfim, um ficha pra lá de movimentada.


Desta vez, o Ministério Público, através de um inquérito civil público apuraria a origem dos recursos do Estado do Piauí que financiaram o aniversário de Luzilândia nos dias 08, 09 e 10 de março de 2017, para comemorar os 127 anos de emancipação política do município.


A Prefeitura Municipal de Luzilândia divulgou amplamente que o apoio para a festividade foi exclusividade de um deputado estadual que responderia pelo nome de Evaldo Gomes, do PTC, juntamente com outra pessoa conhecida como Marcos Vinícius. Os dois, de acordo com a prefeita, financiaram as comemorações.


No entanto, essa versão foi negada por Evaldo que disse que não financiou coisa nenhuma, talvez com medo de se meter numa complicada situação face a fiscalização da Receita Federal. Evaldo Gomes chegou a alegar que destinou apenas R$ 150 mil reais em emenda orçamentária para que se gastasse em show musical para celebrar o aniversário de Luzilândia.


A empresa contratada para fazer a festa é na verdade uma locadora de veículos, uma MEI (Micro Empresa Individual) que pertenceria a Gleidiane Barros Tavares, com CNPJ n. 19.953.396/0001-10, cuja atividade se daria na cidade de Corrente, PI, distante quase dois mil quilômetros de Luzilândia.


Após Evaldo Gomes ter negando ter participação na contratação da empresa, a Secretaria de Cultura do Piauí negou que tenha pago qualquer valor à Gleidiane Barros Tavares, desmentindo o parlamentar.


Como o deputado disse uma coisa e a Secretaria da Cultura do Piauí disse outra, desmentindo-o, nessa jogo de mentiras, abriu-se uma investigação.
O MP suspeita que foram gastos mais de R$ 300 mil reais de forma camuflada para driblar a fiscalização.


E os salários atrasados, o povo passando necessidade, fornecedores em crise, aumento de energia elétrica, cidade com rombos enormes, escolas sem estrutura, saúde precária, em uma situação triste demais para uma cidade que há pouco tempo emergia para o desenvolvimento e progresso.


As informações são do repórter Ivo Júnior, publicadas no JL

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