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De acordo com a Folha de S. Paulo, a distribuidora do Piauí é considerada uma das mais atrativas entre as seis colocadas à venda pela Eletrobras.

Duas empresas internacionais estão interessadas em comprar a Eletrobras Piauí. É o que afirma a avaliação de concorrência divulgada pelo jornal Folha de São Paulo nesta segunda-feira (23). De acordo com a Folha, a italiana Enel e a espanhola Neoenergia, controlada pela Iberdola, teriam demonstrado interesse na distribuidora piauiense. Além delas, as brasileiras Equatorial e Energisa também estariam na concorrência.

O BNDES, responsável pela concorrência, recebeu as propostas nesta segunda-feira (23), mas questionado sobre a participação das companhias, o banco não se manifestou.

De acordo com o a Folha, a distribuidora do Piauí é considerada uma das mais atrativas entre as seis distribuidoras da Eletrobras, ao lado da Ceal - distribuidora de Alagoas, cujo leilão foi travado por uma decisão liminar do STF. Após a venda da Cepisa, as demais distribuidoras deverão ser ofertadas em um certame previsto para o dia 30 de agosto.

O leilão da Eletrobras Piauí está marcado para a próxima quinta-feira (26) e o valor de venda será simbólico: R$ 50 mil, além do compromisso com investimentos na melhoria do serviço prestado.

A perspectiva de disputa no certame foi um dos fatores para dividir o leilão e antecipar a venda da companhia do Piauí: em meio a uma série de entraves judiciais e regulatórios para realizar a privatização das distribuidoras, o leilão concorrido geraria ao menos uma notícia positiva para a Eletrobras.

As quatro companhias interessadas na compra da distribuidora no Piauí já têm ativos no Nordeste. Segundo a Folha de S. Paulo, elas estariam interessadas na possibilidade de ter sinergias na região e complementar seu portfólio. Para um analista do setor ouvido pelo jornal, há dúvida em relação ao apetite da italiana Enel, que acaba de adquirir a operação da Eletropaulo, no estado de São Paulo.

A venda da estatal

O objetivo da Eletrobras é se desfazer de seis distribuidoras, no Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Alagoas e Piauí. As empresas foram transferidas à estatal nos anos 1990 e hoje são deficitárias.

A venda das seis distribuidoras vem sendo sucessivamente adiada: inicialmente, a ideia era vendê-las até o fim de 2017, mas o prazo foi prorrogado diante das dificuldades enfrentadas para transferir as empresas. A privatização é considerada a única saída para evitar a liquidação das companhias.

Fonte: Folhapress
Edição: Portal O Dia

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