“Lava-jato” de Luzilândia teria mais um alvo na gestão Caçambeiro: o irmão

Mais um escândalo de eventual ilegalidade estaria envolvendo o prefeito Ronaldo Caçambeiro (PTC). Desta vez seria a contratação, como motorista da Secretaria de Transportes, que não é um cargo político, do irmão do prefeito, Rondinelle de Sousa Azevedo, que percebe o valor mensal de R$ 1.908,00.

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As informações trazidas à baila seria, em tese, uma verdadeira afronto às leis e às autoridades que, neste caso, se mostram inertes.

De acordo com informações repassadas ao Luzilândia.net, nota-se que o gestor do município estaria então promovendo lesão absurda ao patrimônio da Administração Pública e à própria consecução material do interesse público da comunidade. É que a ofensa ao princípio da moralidade e impessoalidade, já acima demonstrada como supsotamente violados, traz como consequente imediato um atentado à própria administração pública.

Outros casos:

Há a informação que o caso de nepotismo praticado pelo gestor temporário, Ronaldo Caçambeiro envolvendo um irmão não seria o único. A irmã, que se chamaria Clèa Gomes, estaria na adinistração como secretária de Finanças; a esposa, Socorrinha Meireles, como Secretária de Educação; a outra irmã, Rosalba Gomes, como Secretária de Ação Social. Há teses de que, diferentemete do irmão, esses cargos seriam políticos e teriam uma certa flexibilização por parte do judiciário em permitir tais condutas que, no âmbito da moralidade, não se perfaz, senão o de se contentar em talvez usurpar os cofres municipais, e ainda coloca na folha na secretaria de transportes recebendo como motorista , o irmão Rondinelle de Sousa Azevedo, no valor de quase R$ 2 mil mensais, em flagante ato ilegal e imoral.

Mas não irá acontecer nada. O marasmo é total.

O que acontece o Brasil

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovaram a 13.ª súmula vinculante da Corte, que proíbe a contratação para cargos de confiança de parentes de até 3.º grau por agentes públicos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

A medida deveria atingir funcionários do governo estadual e prefeitura.

A decisão do STF também torna ilegal a prática do nepotismo cruzado, quando familiares de um agente público são empregados por outro político com a respectiva contrapartida do colega. Os ministros, porém, fizeram uma exceção. Os cargos políticos, como os ocupados por secretários municipais, estaduais ou ministros de Estado, estão fora da proibição do nepotismo.

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