Inquérito “estraga” alegria do Prefeito Caçambeiro em pleno aniversário da cidade

A aparente tristeza do prefeito de Luzilândia, Ronaldo Caçambeiro, durante as festividades do aniversário de 129 anos de Luzilândia teria um motivo e bastante apropriado. É que o Ministério Público do Estado do Piauí, por meio do promotor Carlos Rogério Beserra da Silva, instaurou um inquérito civil público para investigar denúncia feita por vereadores de Luzilândia contra o Caçambeiro.


Prestes a se envolver em mais um imbróglio judicial, o sorriso “amarelo” era perceptível, apesar dos esforços em disfarçar a preocupação com a mais nova denúncia referente ao uso indevido de um micro-ônibus, adquirido supostamente com recursos do Fundo Municipal de Saúde (FMS), para ser utilizado como transporte escolar municipal.


O MP requereu que o prefeito Ronaldo Caçambeiro encaminhe cópia integral do procedimento licitatório que resultou na aquisição do veículo micro-ônibus M. Benz/Mascarella, Granmicro, Placa PIZ -6224, junto à empresa Enzo Caminhões Ltda., possivelmente para ser destinado à Secretaria de Saúde, bem como comprovantes das notas fiscais correlatas para a compra do referido veículo.


O promotor também pediu informações acerca da existência de motorista próprio para a condução do micro-ônibus, encaminhando sua respectiva matrícula e lotação, bem como a natureza do vínculo empregatício com a prefeitura.


O promotor destacou na portaria de n° 08/2019, de 19 de fevereiro que “Cabe ao Ministério Público a defesa do Patrimônio Público, notadamente a fim de apurar eventuais ilícitos que causam danos ao erário ou violação aos princípios da Administração Pública, mais precisamente atos de improbidade administrativa”.


Carlos Rogério ainda explicou que “a falta injustificada e o retardamento indevido das requisições do Ministério Público poderão implicar a responsabilidade de quem lhe der causa, sujeitando o infrator a sanções civis (art.12 da Lei 8.429/1992) e penais (art.io da Lei 7.347/1985) cabíveis”.
Dizem que Caçambeiro, desta vez, por ver um horizonte de problemas graves com o judiciário e com a Justiça, teria enfim visto que “tem párea” para seus supostos desatinos.

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